Criatividade e inovação: o que essa data diz para quem quer empreender?

Criatividade
Criatividade

Todo dia 21 de abril acontece o Dia Mundial da Criatividade e Inovação. A ONU oficializou a data em 2017 por um motivo simples: mostrar que criar e inovar pode ser a base para a economia girar.

Se você empreende ou quer começar, essa data é um lembrete. Criatividade e inovação não são ferramentas de trabalho. É o que faz um negócio crescer, resolve problemas do dia a dia e garante que você não seja apenas mais um no mercado.

Fique conosco e conheça mais sobre essa data.

 

A origem do Dia Mundial da Criatividade e Inovação

A iniciativa nasceu em 2001, criada pela canadense Marci Segal, tornando-se a data oficial da ONU em 2017, sendo celebrada pela primeira vez em 2018. Desde então, o objetivo central é ampliar a consciência sobre o papel da criatividade no desenvolvimento humano, não apenas no campo econômico, mas também no social e no ambiental.

A escolha do dia 21 de abril tem motivações tanto estratégicas quanto simbólicas, pensando na questão simbólica, esse dia encerra a Semana Mundial da Criatividade e Inovação, que começa no dia 15 de abril, aniversário de Leonardo da Vinci. 

Por outro lado, a data foi definida para anteceder o Dia Internacional da Terra, celebrado em 22 de abril, um posicionamento intencional que reforça a ideia de que criatividade e inovação são caminhos essenciais para construir um planeta mais sustentável.

Por que a criatividade é importante?

A velocidade das transformações tecnológicas e sociais exige que empreendedores revisem constantemente suas estratégias. Quem desenvolve a capacidade de adaptar, reinventar e propor saídas novas têm mais recursos para navegar em contextos imprevisíveis.

A indústria criativa no Brasil representa 3,59% do PIB nacional, totalizando R$ 393,3 bilhões em 2023, segundo o Mapeamento da Indústria Criativa 2025, da Firjan. Para se ter uma ideia da dimensão do setor, em estados como São Paulo e Rio de Janeiro, a indústria criativa chegou a responder por 5,3% e 5,2% da economia local, respectivamente, segundo apontado pela Agência Brasil.

Em nível global, o cenário mostra que o setor cultural responde por 6,1% da economia mundial, e as indústrias culturais e criativas fornecem trabalho para mais pessoas entre 15 e 29 anos do que qualquer outro setor, segundo a UNESCO.

Educação como ponto de partida para o empreendedorismo criativo

Muitas vezes é a necessidade que desperta o empreendedor. O crochê feito em casa pode se tornar uma fonte de renda e contribuir para a economia local. Quando isso acontece, a educação entra como suporte: ela dá estrutura para quem já tem a prática, oferecendo ferramentas para organizar, crescer e sustentar o que foi construído por conta própria.

Quando o estudante aprende a resolver problemas com autonomia, a trabalhar em equipe e a comunicar suas ideias com clareza, ele está desenvolvendo exatamente o conjunto de habilidades que o empreendedorismo exige. A incerteza deixa de ser um obstáculo e passa a ser parte do caminho.

A educação é a ponte entre o que a pessoa já faz e as novas possibilidades que ela pode desenvolver. Na Ítalo Para, oferecemos cursos que abrem essas janelas. Paula Helen Dias, aluna do curso de crochê, conta:

“Os cursos me abriram uma nova janela de oportunidades. Atualmente estou trabalhando com a venda de crochês, onde pude desenvolver essas habilidades por meio das aulas. Para nós que somos mães solos, os cursos profissionalizantes gratuitos da Ítalo Para nos possibilitam empreender e ainda ter tempo de cuidar dos filhos.”

Ao longo de três anos, a Ítalo Para construiu um eixo de empreendedorismo justamente por entender a força desse movimento. Cursos de barbearia, cabeleireiro e crochê já ajudaram pessoas a conquistar uma renda e a contribuir para a economia local.

Conheça nosso site!